
Se alguém tivesse contado ela não acreditaria. Porque carregava a velha mania de desconfiar, a cada passo mantinha um pé atrás.
Demorou pra acreditar porque também costumava duvidar de seus sentidos, eles já não haviam a traído antes? Não esquecia traições.
Só acreditou em fim, porque desacreditar seria contestar o óbvio. E contra o óbvio ela não podia lutar, nem queria.
Incrível, aquilo abalara toda a sua muralha meticulosamente erguida e impenetrável. E ela não gostava disso.
Buscou um chão abaixo de seus pés, mas não encontrou.
Tentou capturar as borboletas no estômogo, mas não conseguiu.
Demorou pra acreditar porque também costumava duvidar de seus sentidos, eles já não haviam a traído antes? Não esquecia traições.
Só acreditou em fim, porque desacreditar seria contestar o óbvio. E contra o óbvio ela não podia lutar, nem queria.
Incrível, aquilo abalara toda a sua muralha meticulosamente erguida e impenetrável. E ela não gostava disso.
Buscou um chão abaixo de seus pés, mas não encontrou.
Tentou capturar as borboletas no estômogo, mas não conseguiu.
Quando cedeu ofegante de seu enorme esforço em resistir, pode então sentir. E sentir era tudo o que mais precisava.
=)